sábado, 27 de julho de 2013

E ai? Cadê o Amarildo?



Ei coxinha, bundinha que acabou de acordar;.
Que tirava um pesado cochilo, igual urso a hibernar;
Entendemos os seus motivos, para estar bravo e feroz;
Enquanto sonhava muitas coisas ocorreram, mas sua compreensão não é veloz;
No seu país imaginário sua condição mudou;
Lembra? Começou a comer frango quando o preço despencou;
Elegeu um sindicalista e a esperança venceu o medo;
Numa tal carta ao povo brasileiro, ele entregou o seu segredo;.
Foram tantas as alianças que ate o demônio, ficou com receio;
Façamos justiça e paremos de devaneio;
Você foi para universidade e agora é cidadão letrado;
Lê veja, folha, estadão e assiste o jornal nacional, eita cidadão bem informado!?
Tirou carta, comprou dívida e no trânsito também esta parado;
Você ta sonolento cuidado, tu é meio desajeitado;
Não hostilize quem lutava enquanto tu dormia;
Escuta! Os jovens negros não deixaram de morrer na periferia;
Ei classe media! Coxinha! Você mesmo, que acabou de acordar;
Sumiram com o AMARILDO! E você não vai vir para rua, protestar?


sexta-feira, 19 de julho de 2013

Julho

Até quando a neblina vai ofuscar o horizonte?
Quantos quilômetros faltam até o destino?
Nos colocamos problemas que são insolúveis?
Felicidade, somente isso peço no momento.
Não!? Talvez um sorriso largo e debochado, ao menos.
Não sei o sentido, mas seguirei buscando.